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Neste capítulo são apresentadas as espécies vegetais invasoras mais significativas em Portugal.

Além das espécies indígenas que constituem a nossa floresta, é fácil identificar várias espécies exóticas, trazidas de destinos mais ou menos longínquos, como a tília (Tilia spp.), o cipreste-português (Cupressus lusitanica) ou a nogueira-negra (Juglans nigra), que convivem com as espécies nativas de forma relativamente pacífica. Por outro lado, já espécies como a mimosa (Acacia dealbata) ou a robínia (Robinia pseudoacacia), uma vez introduzidas conseguem multiplicar as suas populações com tal sucesso, que ameaçam as espécies nativas, podendo mesmo eliminá-las nas situações mais graves.

Noutra perspectiva, espécies autóctones portuguesas, como o rododendro (Rhododendron ponticum) ou a aroeira (Pistacia lentiscus), que foram introduzidas no Reino Unido e nos Estados Unidos respectivamente, estão a causar aí sérios problemas.

Este é um problema muito grave em termos económicos no nosso país e no mundo, diminuindo grandemente a diversidade de espécies, pondo também em causa os recursos hídricos. Sendo assim, pretende-se alertar as pessoas para que não contribuam para a sua expansão ou mesmo que tentem combatê-la.